
domingo, 16 de novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Carregas e BUUUM!
O Obama ganhou as presidenciais, o Benfica levou duas na pá, o BPN vai ser nacionalizado…
São sem sombra de dúvida noticias que nos despertam a atenção mas não mais do que uma que lí há pouco tempo: a Al-Qaeda anda com falta de pessoal.
Anda com falta de pessoal para se fazer explodir, entenda-se.
É o mesmo de sempre: trabalho há, emprego é que nem por isso. E como a crise atinge tudo e todos, a rede do Osama lançou um anúncio virtual. Salário: setenta e duas virgens paradisíacas.
A coisa assusta-me deveras. E mais do que assustar, intriga-me. Assusta porque setenta e duas virgens deveriam ser o pesadelo de qualquer homem. E garanto que qualquer homem que diga o contrário só pode ser uma coisa: Parvo. E intriga-me porque tento imaginar a entrevista de emprego com o chefe da fanfarra e a coisa resume-se a dois segundos: «O senhor tem experiência no ramo?» «Nenhuma.» «Óptimo. Está contratado.»
Trabalhar como bombista suicida deve ser a única profissão no mundo que dispensa habilitações literárias ou currículos, o sonho de qualquer sociedade democrática e igualitária.
Anotem ai camaradas!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
MUDANÇA

O mundo festeja! E é mesmo o mundo! Há uns dias alguém me dizia: se ele ganhar acho que vou chorar. O meu cinismo não me permite esse tipo de emoções. Ele é político e é americano. ELE TINHA QUE GANHAR! Que esperança se poderia ter se assim não fosse?
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Compensa o crime?
Há alguém de quem não ouço falar há um monte de tempo.
É a tal coisa. Teve os quinze minutos de fama a que tinha direito e depois desapareceu como aquelas One-hit Bands. Ao melhor estilo dos Soul Asylum ou Zé Cabra. Quinze minutinhos e acabou-se. Caput!
Estou a falar do Osama.
Segundo uma antiga noticia com uns cinco anos, Bin Laden faltou à reunião de antigo alunos no liceu saudita que frequentou nos seus anos imberbes quando atava bombinhas de Carnaval aos gatos da sua rua.
É fácil imaginar: noite de gala, Abdul e Amina, colegas de Osama e namoradinhos na adolescência, com o rebento (salvo seja) que nasceu há nove meses e já completamente infiltrados no submundo da máfia da fralda.
E alguem pergunta no grupo: e que é feito do Osaminha?Aquele grande doido? E O Osaminha enfiado numa gruta escura e húmida, febril e acossado. E tudo porque a Amina lhe deu tampa e escolheu o Abdul no baile de finalistas deixando-o abandonado num canto a ruminar vingança contra os camelos, aviões e humanidade em geral.
O que é certo é que desde tenra idade, os maiores lunáticos e facínoras da história sofreram algum trauma pessoal que, cedo ou tarde, é extrapolado cá para fora. Hitler, por exemplo, falhou como artista plástico e rapidamente substituiu pastel e aguarela por seres humanos. Diz-se que o tipo que ocupou o lugar dele na escola de belas artes nunca mais foi o mesmo. Sempre aquele peso na consciência. E acredito que seja bem maior do que deixar umas pinguinhas de urina no tampo da sanita de um amigo, e, logo ao sair, darmos de cara com uma rapariga gira que lá quer entrar para também se aliviar.
Ok. Divago. Vou voltar ao que interessa.
Ao imaginar a noite em que a antiga turma de Osama se reuniu para mostrar o que o futuro lhes tinha reservado, rir, beber (chá) e contar piadas enquanto saboreiam um shishquebab de borrego, Osama não esteve lá. Estava longe. Bem longe enfiado numa caverna escura, fria e húmida. Mesmo com a cabeça a prémio, não lhe faltaram forças para, taciturnamente, mastigar uma hambúrguer.
De camelo.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
"Se achas que a educação sai cara, experimenta a ignorância"
sábado, 18 de outubro de 2008
Ena...
Não é costume meu escrever os devaneios neste blog ao fim de semana, e, até ultimamente, é até raro escrever durante esta. No entanto, algo me faz quebrar tal acto de rotina.
Paulo Coelho vendeu hoje o seu 100 000 000º livro e tal facto foi motivo para uma enorme festa numa cidade qualquer da Alemanha!
Mas que bom...
É fantástico como surgem mercados paralelos em tudo o que seja negócio que dê lucro. Criaram-se carros movidos a gasolina. Criaram-se bombas de combustível, os árabes tornaram-se milionários. Criaram-se auto-estradas para viagens de longa distância, criaram-se restaurantes nas bombas de serviço que vendem um tipo de fast-food à portuguesa como é a típica sandes de omolete, pastéis de bacalhau ou rissóis de camarão. Como é óbvio, e a ASAE trabalha há pouco tempo, para muitos destes restaurantes, salmonela era ingrediente essencial em qualquer prato que se prezasse.
Dai, surgiram enormes casas de banho nas áreas de serviço para miúdos e graúdos. Mas e que fazer com tanto tempo dispensado na casa de banho a olhar para as tão célebres frases que decoram as portas destes pequenos cubículos de trono de porcelana? Qual Batman a salvar Gotham City em perigo do ataque eminente do Joker, Paulo Coelho e os seus livros salvam qualquer leitor da cólica intestinal, flatulência ou diarreia explosiva.
Urra...
Fica então aqui uma breve lista dos produtos mais vendidos numa destas estações de serviço.
1º- Papel Higiénico Scottex Folha Dupla acolchoada,
2º-O Alquimista,
3º-24 Horas,
4º-Imodium Forte,
5º-Pastilhas Rennie,
6º-Margarida Rebelo Pinto insuflável,
7º-Caras,
8º-Borda d'água,
9º-Pastilhas Super Gorila,
10º-CD Graciano Saga “Vai devagar imigrante por amor de Deus”.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Em busca da solução perdida
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Vão mas é telefonar ao Ghandi
Mas há uma coisa que me diverte: o modo como falam comigo é completamente diferente das vezes em que sou eu que lhes telefono. Sinceridade. É esse o cerne da questão.
Falando de falta de sinceridade, não nos esqueçamos dos disparates que os telefonistas são obrigados a dizer por ordem dos imbecis dos patrões. E sem esquecer, claro, que os telefonistas são e não são telefonistas. São “assistentes”. “Assistentes de atendimento telefónico”. Ou “assistentes de atendimento remoto”. Também já ouvi quem lhes chamasse “facilitadores de comunicação” e “técnicos de atendimento ao cliente”.
Adiante. Os telefonistas quando nos ligam, parece que são personificações de dois litros de mel com um quilo de açúcar e algum chocolate à mistura. São tão doces que até enjoam especialmente se nos querem impingir isto ou aquilo e sempre a agradecerem pelo inconveniente do telefonema naquela hora em que estávamos no trono de porcelana a ler o 24 Horas, a ter dois dedos de conversa com a vizinha ou na altura em que estávamos distraídos a ver as Tardes da Júlia. No entanto, quando somos nós que telefonamos, esperamos uma eternidade para que nos atendam, mais outra para que nos direccionem para outro apoio técnico qualquer enquanto nos falam de forma carrancuda.
No fim, dizem-nos: muito obrigado pela sua chamada.
Soa delicado não soa? Mas não é sincero.
Quando me telefonam eu resolvo a coisa rapidamente. De bom modo, de mau modo ou do modo Sandes que é igual ao mau mas mais rápido.
«Estou sim? Aqui é Juvenilda Ramos do Banco de coiso e tal….» «AGORA NÃO. BOA TARDE».
Saltos Altos

domingo, 12 de outubro de 2008
My name is Earl
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
A cosanostra do pó talco
Algo relacionado aos casais que tenham filhos recém-nascidos ou bebés. É como se de uma irmandade secreta se tratasse. É fantástico ver como de um momento para o outro, mesmo que só se conheçam de vista, se tornem grandes amigos, confidentes de estórias de chucha, de cronologias de mudanças de fralda ou da baritonidade dos berreiros nocturnos. Mas é mesmo impressionante. Basta dois destes casais se sentarem numa mesa de café para que, rapidamente, todos os casais com bebés rapidamente das proximidades se sentem na mesma mesa, e, de um momento para o outro, a esplanada encontra-se lotada por carrinhos de bebés, mesas bolsadas, fraldas que despertariam os sentidos olfactivos a um paraplégico de noventa e três anos e putos irrequietos de beiçola com ranhoca verde-xucrute. É como se de uma força magnética irresistível se tratasse.
Mas é um clube privativo. Tem certos e determinados requisitos como a idade do miúdo e coiso.
«O teu miúdo tem mais de três anos? Poooois. Desculpa. Mas tens que te sentar noutra mesa. Quiçá naquela na outra ponta ok? Vá. Xau.»- Ora ai está! O requisito máximo! O miúdo tem que usar ainda fraldas. Caso tenha mais de três anos, automaticamente são expulsos e ostracizados. Vi até um desses casais colocados este ano fora desse núcleo duro a olhar da ponta da esplanada para eles com um certo saudosismo e tristeza no olhar.
«Pai, posso pedir um gelado? Pxiu cala-te Zé Rafael! Possa pá! Porquê é que crescestes tão depressa? Podias ao menos sofrer de raquitismo… Porque raio não lhe destes uma dieta pobre em vitamina D, óh Josefa pá?»
Eu garanto-vos: eles andam ai! Nunca os olhem nos olhos! É preciso evitar o contacto visual caso não queiram ser bolsados.
Ps- Tou a ver um filme do Incrível Hulk e uma pergunta bate e rebate, qual sino da igreja, na minha mente: de que raio de tecido é que são feitos os boxers dele? É que quando ele se transforma, toda a roupa se esfarrapa; toda menos os boxers que se mantêm da mais alta qualidade e estilo….
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
A razão de tudo
E eu digo: pois está mais que claro! Mas isso é mais que óbvio! Só assim podemos tirar uma ideia correcta da humanidade e dos seus desvarios ao longo dos tempos! Complexo de ausência paternal! E ainda se admiram quando os chineses metem preços do outro mundo nas lojas…
Bem, eu vou ali confraternizar com uma abrótea e fico à espera do resultado quando ela desovar.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Denominador comum
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Big brother is watching you
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Crime. Qual crime?
Uma onda de crime violento ataca Portugal.
Não me ria tanto desde que soube que os Pólo Norte ainda existiam e, como óbvio, voltei a prender o prepúcio no fecho das calças para parar o meu ataque de riso incontrolável.
É este o tema de abertura de qualquer telejornal. Assaltos a multibancos, tiros em esquadras de polícia, assaltos com C4 a carrinhas de transportes de valores… Até que enfim que os portugueses pequenos (segundo as estatísticas, a média de altura nacional é 1,70 m… Eu de cima dos meus 1,80 olho de soslaio para um pais inteiro…) se lembraram de fazer algo que os nossos políticos fazem há N tempo.
Ainda me recordo uma vez de ter que pagar uma multa na universidade de não sei quantos euros e desejar que ao menos a secretária dos SAC ao menos me apontasse uma faca, uma pistola… qualquer coisa nem que fosse um corta-unhas ou um piaçaba sujo. Se sou assaltado, ao menos que me ponham a vida em risco, o bom estado das unhas ou o cheiro e a limpeza da minha indumentária na ocasião do acto.
PS- a partir de dia 16 deste mês vou ter novamente net (isto segundo a senhora da MEO) e por isso escrever mais vezes no meu poiso fora do ninho.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
lalalá lalalá lalá lá lá
sábado, 6 de setembro de 2008
Nuno Lopes é um actor

3º Aniversário da passarada
Sempre podem ver as noticias da TVI entretanto.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Diz que não há má publicidade

domingo, 24 de agosto de 2008

sábado, 23 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Odeio
Desde a mais tenra idade que sempre odiei este mês. Odeio multidões. Odeio férias massivas. Odeio cheiro a festivais de verão e odeio mais ainda ter que dormir no chão. Lembro-me que muito novinho tive que fazer um clister e foi mais porreiro que este mês. Odeio o cheiro de sardinha assada a tresandar de tudo o que é gente. Odeio os sub-citadinos que entopem a minha linda terra.
Gosto de um mês. Novembro. Isso sim é um mês catita. Sem feriados quase e sem parolos a chatear. Odeio mesmo Agosto.
Simplesmente odeio.





