«Senhoras e senhores, começámos a descida em direcção ao aeroporto da Ota de Lisboa (que dista apenas
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Uma questão de mentalidade
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Uma questão de facciosismo, ET's e a Santa Trindade.
Ontem fez uma semana que ví algo completamente estranha assim para os lados do paranormal. Palavra que não tenho a mais pequena das explicações para aquilo que ví (pirilampos de 2m vindos de Chernobil está posta de parte, está muito frio para esses insectos). Podem estar a pensar: «Pois… Ganda tosga que o Sandes devia ter pa ver coisas dessas». Bem, se foi esse o caso, digo-vos desde já que não fui o único a ver tal fenómeno. E garanto-vos que foi estranho q.b.
Acho uma profunda injustiça (e também um bocado deprimente) quando reparo no desigual destaque que os media dão às pessoas que acreditam em OVNIS, por um lado, e por outro, àquele que acreditam num ser supremo, invisível que vive no céu (segundo alguns, é um voyeur). Especialmente se essa crença disser respeito à fábula (qual
Já devem ter reparado que os media chamam “entusiastas” aos crentes em OVNIS, termo usado para os diminuir e marginalizar, relegando-os para a área das pessoas com hobbies mais ou menos invulgares. Seja. Querem fazê-los parecer esquisitos? Okéim…Maluquinhos pitorescos que têm o descaramento de acreditar que, num universo de triliões e triliões de estrelas, possivelmente com muitas centenas de biliões de sistemas habitáveis, algum deles possa também ter dado origem à vida? Nã.
Contrariamente, os que acreditam num ser eterno todo-poderoso que pula de nuvem em nuvem, um ser que exige ser amado e adorado de forma incondicional e que castiga ou recompensa segundo os seus próprios desígnios insondáveis, são apontados como gente séria, credível, e digna de confiança. Apesar do número de crentes que são indiscutivelmente fanáticos de ideias tacanhas.
Pessoalmente, acho que há tantas provas da existência de OVNIS como do tal bacano omnipotente -omnipresente egoísta. Pensem bem.
É verdade que o mundo dos crentes de OVNIS tem uma grande maquia de maluquinhos, esquisitos e pessoas à margem da sociedade mas alguma vez ouviram verdadeiros crentes religiosos? Alguma vez ouviram falar de discursos extremistas e comportamentos bizarros associados a fanáticos religiosos? Não podem eles também ser rotulados de maluquinhos; Esquisitos? Uma pessoa razoável diria que sim. Sem dúvida.
Bem, mas desviei-me do cerne da questão: o preconceito dos media e das pessoas em geral acerca dos OVNIS. Uns são tratados com reverência e aceite como verdadeira, outros são alvos de chacota e tratados com bizarria. Acho que até o J.C, esse bacano do camandro, teria a mesma opinião que a minha. Garanto-vos. E não se esqueçam: nunca falem à frente dos gatos. Eles são extra-terrestres. Toda a gente sabe disso. Até o Cláudio Ramos.
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Uma questão de números e espaço
Sempre que ocorre alguma guerra civil, massacre, ou sempre que os E.U.A. invadem algum país (é verdade, aquele país é um bocado aborrecido ao ponto de terem que inventar essas diversões), depois de o queimarem, bombardearem, violarem e ocuparem, encontram-se sempre valas cheias de gente morta pelo ditador que acabaram de depor. Toda a gente no mundo age como se estivesse enojada e deveras surpreendida.
Mas pensem bem: que pode um indivíduo fazer com todos aqueles cadáveres depois de matar uns milhares de pessoas? Enterrar cada um na sua covinha individual? Pôr plaquinhas com o nome em cada um? Não me parece. Ganhem juízo! A razão para matar milhares de pessoas ao mesmo tempo e no mesmo sítio tem uma razão -poupar tempo! Além disso, o que o resto do mundo costuma fazer é sempre protestar um bocadinho, tirar uma fotografia e ir embora para casa que já se faz tarde. Então que diferença faz?
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Uma questão de gosto
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
As antenas da amizade!
Já pensaram que se todos os carros saídos do stand trouxessem uma antena não havia ninguém a roubar antenas?
Isto é verdade, quando tenho antena no carro não tenho de roubar mais nenhuma…
De certeza numa daquelas reuniões secretas dos barões manipuladores do sistema automóvel mundial decidiram lançar no mercado um carro que lhe faltava a antena…e ai começou o ciclo!
O dono desse carro, tendo falda da dita antena lá teve de roubar uma ao vizinho, esse vizinho teve de roubar outra e assim sucessivamente…
Hoje voltei a entrar no ciclo, e sinto-me parte integrante de um movimento Mundial que me parece de extrema importância…é tipo aquele email da amizade que circula em corrente, que temos de mandar a um amigo… que nos faz sentir importantes!
p.h.
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Fobias
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Uma questão de tempo
Um pais qualquer do Ocidente, preocupado com jipes, telemóveis, Cláudio Ramos, férias na neve, pornografia, salões de massagens, aumento de pénis, adelgaçantes, tangas, fios dentais e desodorizantes não tem uma oração, nem sequer uma oração cristã daquelas clássicas contra os milhões de fanáticos que existem por este mundo fora, que detestam o nosso materialismo e que nada têm a perder se atarem 4kg de explosivos à cintura e se explodirem junto de outros tantos. Pois, ao fim de contas, não têm que se preocupar com telemóveis, tangas, Cláudio Ramos, férias na neve, malas Louis-Vuitton. Pessoas que se estão nas tintas e não têm nada a perder vencerão sempre pessoas que lutam por sentimentos vagos rabiscados num bocado de papel. Amigos, eles vão ganhar e não vai ser bonito de se ver. Não podemos acertar com uma bomba em cada um deles.
E não fiquem amaravilhados com a ideia parva de "democratizar" o mundo. Nem todos gostam disso, democracia.
Eles vão ganhar. Disso não tenho dúvida.
Comecem a poupar dinheiro para o mercado negro. Vão precisar daqui a uns anos.
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
Filão de Ouro
Eu não sei se repararam, mas, passa uma nova novela na TVI chamada “Doce Fugitiva”, não quer isto dizer que seja uma coisa má ou ruim. Até acho que é uma coisa boa, catita, baril. Tal como acontece no ensino, excesso de professores, levou o governo a tomar uma medida chamada «Reciclagem», Porquê reciclagem? Porque é realmente uma reciclagem, embora não transformem os professores em boiões, nas garrafas mais catitas do supermercado ou no para-lamas da bicicleta da tia; tornam-nos aptos a exercer outra qualquer profissão (das quais toxicodependente, dealer e chulo são as mais escolhidas). Estas novelas são emprego para antigos elementos dos “Morangos com Açúcar” o que só pode ser benéfico. Imaginaram que daqui a dez anos, precisavam de uma daquelas “massagens” anunciadas no Correio da Manhã e aparecia uma destas actrizes desempregadas de cigarro ao canto da boca e a trautear êxitos dos D’ZRT? «Olá, chamo-me Maria Alice, sou a sua massagista esta noite e já me deve ter conhecido da pseudo-estupido-novela “Morangos com Açúcar”» … Mas enfim. No entanto, por mais que me custe admitir, sempre é melhor que a «Floribela» da SIC. Isso sim dá-me que pensar. Sem dúvida que as letras das músicas são engraçadas, o refrão mete-se pelo ouvido a dentro… Sem dúvida alguma! Mas isso para miúdos dos 4 aos 12 anos! Caso és um dos estranhos indivíduos com mais de 12 anos e não te chamam especial em exagero, epá, muda de blog!
Sem dúvida que agora existe uma luta cerrada entre a “Floribela” e a “Doce Fugitiva”, e, vá-se lá saber porquê, em ambas a principal é pobretanas, canta que nem uma cana rachada para mal dos nossos ouvidos, vai trabalhar para casa de uma família de órfãos ricos e o mais velho destes é o alvo da libido desta. Eu não sei.
Julgo que é apenas uma perfeita casualidade. Ou moda. Não sei. Quiçá palermice contagiante.
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Gargalhada de hiena

A subtileza da palavra aberta!
Epá, eu até gosto desta bela apresentadora, gosto simplesmente! Acho que ela tem um belo corpo para a presentação de programas…
Mas parece-me que ao lado daquela citação ficava melhor uma senhora de metro e meio, 90kg, de mini-saia de ganga, pernas abertas e sentada numa lata de 25litros de tinta…tudo isto à beira de uma qualquer estrada Nacional… ai já me soava mais natural, tipo: epá, parou aqui um camionista cabo-verdiano, deu-me uma que pareciam duas… fiquei toda aberta e dorida que durante três dias tive medo de me sentar na lata, não fosse ela desaparecer ou o cralhe!
E sai um viva para a sensualidade!
Será que ela enquanto namorada do Cristiano Ronaldo em algum jogo da selecção falou com a mulher do Figo?
Algo tipo: Atão ò Figa não te sentas? Não me digas que o Luís perdeu o auto-controlo e te rebentou o nalguedo? Eu ontem tive com o Cris no banco de trás do carro que fiquei mais aberta que o túnel do Marquês!
p.h.
sábado, 4 de novembro de 2006
Raparigas deste país...
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
A menina do indie

Linda. Chan Marshall apresentou-se ao público há uma década, sob o pseudónimo de Cat Power. Desde então tem vindo a enamorar centenas de fãs com uma voz rouca alimentada a cigarros e café, guitarra dedilhada com mestria e notas de piano envelhecido. Cat Power é uma songwriter por excelência e destaca-se entre os nomes sonantes do género indie actual. Os seus lyrics, escrevinhados por aqui e por ali em folhas soltas, transformam-se em grandes canções, cruas, suaves, melodiosas, de embalar. Sempre discreta e tímida, Cat Power acaba concertos lavada em lágrimas e enterneceu a crítica com o cover I found a reason, dos Velvet Underground. Um dia destes descobriram-lhe o sorriso e agora querem fazer dela Miss Channel.
Como nós merecemos e gostamos muito dela, a cantora vai passar por Portugal e presentear-nos com dois espectáculos em Dezembro, não previstos na tour ( dia 4 – Lisboa na Aula Magna; dia 5 – Porto no Cinema Batalha), e mostrar-nos o seu novo trabalho, The Greatest.
Rendam-se.
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Manutenções
Mais um feriado se passou. Dia de Todos os Santos. As pessoas aproveitam tal para visitar os cemitérios, embelezar as campas com flores e velinhas, etc. Eu penso que tal dia deveria passar a chamar-se “Dia de Manutenção de Cemitérios”. Julgo que ficava bem. Além disso, era o nome mais correcto. Durante 364 dias do ano, estão-se completamente a borrifar para os cemitérios, mas mal chega o 1 de Novembro, parecem autênticos romeiros cheios de flores. Acho que é sem duvida um bom negócio para as floristas. Não basta o Dia da Mãe e o Dia de S. Valentim para fazer negócio. A mim cheira-me a conspiração. Acho que sim. Tenho que pensar mais no assunto.
Depois da morte de alguém (mesmo muitos anos depois), é costume ouvir alguém falar do falecido, dizendo: «sinto que ele está lá em cima a olhar para nós cá em baixo e a sorrir».
Ok. Em primeiro lugar, acho extremamente duvidoso que exista um «lá em cima» que permita sorrir cá para baixo. É poético e acho que é uma ideia reconfortante. Mas o mais provável é que não exista. Além disso, se as pessoas sobrevivessem à morte de alguma maneira e com uma forma não-fisica, estaria provavelmente ocupado com outras coisas e sem tempo de olhar e sorrir às pessoas cá em baixo.
E porque será que nunca ouvimos dizer que alguém sorri cá para cima? Calculo que ninguém acredite que um seu ente querido assentou arraiais no inferno. E, nesse caso, a pessoa em questão não estaria muito disposta a sorrir. O mais provável é que estivesse a gritar. «Sinto que está lá em baixo a olhar para nós e a gritar». As pessoas recusam-se a ser realistas. Eu também tenho uma ideia do Inferno. Chama-se Tertúlia Cor-de-rosa. O Cláudio Ramos anda por lá.
terça-feira, 31 de outubro de 2006
Conversas cíclicas
secção: perdidos e achados
Tudo indica que no meio de tanta confusão: polícias, sirenes, claques; alguém se esqueceu do dito apito no balcão do tribunal. Juntamente, ao referido objecto, também estava uma lista de supermercado (fruta, essencialmente).
Nota: a imagem que ilustra o post, não pretende ser a ilustração do texto. Foi apenas uma opção estética, de um blog com alguns sinais de metrosexualidade. A origem da imagem é, concretamente, algures a internet.
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Especial? Eu?
Brigado
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Descoberta
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Pensamentos Dispersos Vol. XIX
Portugal pode-se orgulhar de ter as praias mais sujas, os rios mais nauseabundos e as montanhas mais rasas. Mesmo assim, muitos portugueses preferem passar as férias fora do país.
Se são jovens, querem passar os próximos 5 anos a comer esparguete com atum, latas de sardinhas e ficar a dever dinheiro o resto da vida, porque não entrar para a universidade?
Se pensam que podem adoecer nas próximas 6 semanas, porquê não marcar hoje mesmo uma consulta com o seu médico de família?
Cláudio Ramos, desde muito cedo começou a acreditar piamente
Cláudio Ramos conheceu a sua esposa numa convenção de OVNI’s onde dirigia o atelier de maquilhagem para vítimas de rapto por extraterrestres. Mal se conheceram, Cláudio Ramos soube que era a mulher da sua vida: além do buço farfalhudo a lembrar o Chuck Norris, tinha compota de pêssego no cabelo e um molho acastanhado amontoado no pescoço. Durante muitos anos, ela trabalhou como enfermeira não qualificada e acabou por fugir com um vendedor de ferragens em 2ª mão vietnamita.
Uma maneira infalível de estimular a economia e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade: a partir de agora, sempre que alguém perguntar que horas são, têm de pagar para saber a resposta. Isso estimularia a economia (ao menos a minha). Se não quiserem pagar, têm de fazer um esforço para descobrir sozinhas. Olhem para o sol, usem um sextante… Isso aumentaria a produtividade. Algumas das minhas ideias podem não ser perfeitas mas são sempre dignas de ter em consideração.
Balas de Borracha
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
alzheimers
os mails não servem só para mandar bosta ou fotos de gajas nuas, as vezes há gente que manda coisas interessantes!
Uma publicidade portuguesa simplesmente genial...
p.h.
domingo, 22 de outubro de 2006
Serviço Público
Síntese: contos do vigário, furtos, credulidade, Cláudio Ramos, Floribela, ira, erros de linguagem gestual, Cláudio Ramos, impulsos telefónicos de valor acrescentado, hostilidade.
Festival da Verga na CASA... de alguém.

Tudo indica que alguém vai organizar um Festival da Verga,
No entanto não esperem ver-me lá: a verga deixa marca no corpo, eu não gosto!
quinta-feira, 19 de outubro de 2006
Telenovelas TVI
Se há algo que me desorienta e me dá vontade de cortar os pulsos com uma faca de plástico de piquenique são as fantásticas novelas da TVI. Admito que não as consigo ver sem estar tocado (e nesse caso choro baba e ranho)... Aliás, acho que se se deixassem de fazer novelas em Portugal, o número de alcoólicos, drogados, e suicídios em Portugal descia vertiginosamente. O que vendo bem, não era positivo. Não era bonito. Como tal, hoje decidi escrever um roteiro para uma novela do prime-time.
A novela chamar-se-ia «Passarinho do catano» em homenagem ao André Sardet.
Jacinto e Armanda Agarra-sovacos são os protagonistas de uma história repleta de dificuldades, mágoa, hemorróidas, dor, pedras nos rins, Cláudio Ramos, desilusão, pontapés nas costas, culpa, suicídio em massa, cólicas, e problemas económicos numa família de classe média baixa de um bairro degradado com excesso de poias de cães.
Garanto-vos que vai ser um dramalhão mexicano maior ainda que a novela «Dei-te quase tudo».
Episódio piloto: Vancilda é sujeita a uma cesariana por iniciativa de Asnildo e Sertório, dois vizinhos jeitosos com ferramentas que mais tarde descobrem que não estava grávida. Entretanto, tudo se complica para Lancildo, vocalista da Banda de Cordas Ventoso Lucreiro, quando os restantes elementos são sujeitos à consulta de um urologista. Sofrem um toque rectal demasiado agressivo e têm que tocar de pé durante toda a noite.
Síntese: Nudez parcial, consumo de álcool intenso, violência conjugal envolvendo um chouriço Kosher, desespero e dicas de bricolage.
Para aumentar o suspense, toda a banda sonóra estará a cargo do José Cid.
Estou em pulgas! Vai ser um sucesso!
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
Justiça aos Injustiçados!
Estreou no passado domingo, na RTP1, o programa da regressada Maria Elisa “Os Grandes Portugueses”. Não vi a emissão, mas embalado pela curiosidade fui tentar saber em que consiste. Segundo o que li, o objectivo é, entre Outubro de 2006 e Março de 2007, eleger a personalidade mais marcante da história de Portugal.
Das votações do mês de Outubro resultará uma lista dos 10 nomes mais votados, depois o resto é entretenimento e se quiserem saber mais… informem-se.
Refiro-me, certamente já descobriram, ao grande Sr. Zeca Prateleiras: mergulhador escafandrista, conselheiro político do chefe tribal Shaka Zulu, engenheiro de paixão, carpinteiro de profissão e estrela da primeira grande produção cinematográfica Luso-Franceso-Mineira.
Faltam 14 dias para fecharem a lista dos 10+, por isso não percamos mais tempo e toca de votar no homem!!!!
terça-feira, 17 de outubro de 2006
Pensamentos Dispersos Vol. XVIII: Contra o Cláudio Ramos, marchar! Marchar!!
A invenção dos computadores remonta ao reinado de D. Sancho. Nessa altura, os jogos eram muito básicos. Só dava para jogar arkanoid e ao Minesweeper.
Há pessoas heterossexuais, outras homossexuais, ainda existem até zoófilas. O Cláudio Ramos é bissexual. Não se pode dar ao luxo de ser demasiado exigente.
Já alguma vez tentaram vestirem-se de mulher? O Cláudio Ramos tentou. Durante 15 anos. Mas não era coisa para ele.
Os psicólogos estão sempre a falar o que separa os homens dos rapazes. Estádios e coisas dessas na evolução mental. Eu digo-vos o que separa realmente os homens dos rapazes: as leis contra a sodomia.
Às vezes, ouvimos as pessoas dizer:«Que tipo de mensagem é que isto transmite às crianças?» E eu penso «De que tipo de mensagem é que esta gente está a falar? Quando eu era miúdo, nunca me transmitiram mensagens nenhumas. Talvez uma tia me mandasse um cartão pelos anos ou coisa do género. Ou, de vez em quando, o meu pai recebia um telegrama. Mas lá em casa nunca passou disso».
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Guerras
Esses tipos sinceramente não impressionam ninguém. São contra a guerra? Que arrojo! Que coragem!! Arranjem mas é emprego pá.
Ouve meu sacana-irritado-que-agarra-em-cartazes-com-mensagens-pacifistas-sem-emprego-e-com-graves-problemas-contra-a-higiene-pessoal, arranja algo deveras difícil para implicar. Como a religião por exemplo. Ou o Cláudio Ramos. Ou o Malato e o programa do Jumbo ou o camandro. Porquê não vais para a rua marchar contra a religião, uma coisa verdadeiramente nociva para a humanidade. A guerra é apenas um modo natural de resolver as coisas. E reduz a população o que é bom. Ao menos, ficamos com mais espaço para esticar as pernas. A religião sim é um problema. Livrem-se da religião e terão feito um favor gigante ao mundo.
Por tanto, porque não marcar uma manif para o próximo fim de semana para marcharem todos com cartazes a dizer:«ABAIXO A RELIGIÃO!!»?? Vá lá manifestantes.
Ganhem tomates.
Bem, fico por aqui. Tenho que ir para Fátima para a procissão de amanhã.



