quarta-feira, 29 de julho de 2009

Pensamentos Dispersos: Versão Light

Da próxima vez que estiverem num elevador cheio de gente. Assoem-se às mãos de forma muito ruidosa e depois perguntem se alguém tem um lenço de papel. Ou assoem-se a um lenço, abram-no, contemplem durante algum tempo e digam: «Ena! É Verde e amarelo! Será que dá para ver os vírus H1N1?». Garanto que arranjam mais espaço mais rápido que duas fungadelas. Também funciona bem em praias atoladas de gente.

Descobri recentemente enquanto deambulava na net que alguns judeus usam um tipo de alfinete para prender a yarmulke (aquele napron que usam na cabeça) ao cabelo. Não devia ser responsabilidade de Deus? Eles já a têm que a por lá. Não caberia a Deus assegurar-se que ela se mantêm lá? Penso que sim. Ou ao menos criar uma em que caibam as orelhas.

Quando as pessoas usam a expressão “estamos quites” porque usam o plural? Penso que faria mais sentido dizer:”Eu estou quite. Então e tu?”

1 comentário:

Trambolho ao Postigo disse...

deus nosso senhor do alto da sua nuvem,enqaunto cofia a sua longa barba, sorri e manda ventosidades gástricas cá para baixo. Esta é a origem do alfinete do guardanapo.

Eu estou com tosse, acho que nunca tinham olhado tanto para mim na minha vida.Excepto de uma vez que fiz cair um tabuleiro cheio de talheres lavados, num restaurante cheio de gente a almoçar.