segunda-feira, 23 de junho de 2008

A expansão dos ranháus

O Euro já acabou para nós. Fiquei preocupado. Com o facto de termos perdido e mais ainda com o fim da nossa actuação e, logo, o inicio dos incêndios florestais de verão. Toda a gente sabe, que, enquanto o país inteiro estivesse a olhar para a televisão a torcer pela vitória da selecção, a probabilidade de energúmenos e outros que tais acéfalos provocarem incêndios “despropositadamente” era praticamente nula.
Acabou o Euro e lá acordámos para a triste realidade: a bolsa cai a olhos vistos, o preço do petróleo aumenta que nem os processos contra o Vale e Azevedo, o nosso Arsène Lupin, e isto só para enumerar alguns.
Mas, na verdade, nem só de más notícias vive o nosso país.
Depois do fantástico episódio dos tigres da Azambuja, mais um novo episódio parece estar a acontecer. Habitantes do lugar do Leandro, lá para os lados da Maia, juram a pés juntos, que anda por lá um felino de grandes dimensões. Perguntam-se vocês: gatos persas? Siameses? Angorás? Quiçá. Mas de Chernobyl. Parece que as marcas do tipo são mesmo grandes.
Somos mesmo um país de grandes ambições. Ao menos isso não nos falta. Uma vez que o lince ibérico está praticamente extinto, importemos leões, tigres e outros que tais. Mais pequenos que isso para nós não serve. Eu cá estou a pensar adoptar um para me manter o jardim limpo de ratos, sapos, toupeiras, coelhos, veados, javalis, testemunhas de Jeová e carteiros. O que vai ser chato são o tamanho das bolas de pêlo que regurgitam.
Porreiro pá! diria mais ainda: supimpa! Catita!

3 comentários:

Fingido disse...

Gostei da intervenção do comandante dos bombeiros locais, ou da protecção civil, que avançou para a hipotese de se tratar de um "cão gigante": parecia um stketch do Gato Fedorento.

dusty disse...

ahahaha
Sim, de acordo com as probabilidades, um cão gigante é sempre mais pertinente que um tigre.

Trambolho ao Postigo disse...

Atirei o pau à espécie de gato to to, mas a espécie de gato to to, não morreu eu eu...