segunda-feira, 21 de julho de 2008

O fim dos Foleirins

Desde há uma semana que me encontro desterrado no ninho da passarada na companhia do Sr. Satanhoco e da Dusty (que faz anos hoje e que também regurgitou uma bola de pêlo do tamanho de uma toranja holandesa. Mas das holandesas. As toranjas alemãs são levemente maiores) e daí a minha ausência deste canto da blogosfera. Como é óbvio, as noticias também raramente chegam aqui ao ninho a não ser que algum snaita de sabão resolva comprar o pasquim 24 Horas e nos emprestar para ler. Pois.
Lí um número desse tal pasquim e fiquei estupefacto: OS DELFINS ACABARAM!!! E vocês exclamam: É verdade. E eu indago-me. SÓ AGORA? Eu julgava-os já mortos e enterrados há coisa de alguns anos. Pensava isso desde a altura em que eu, mero transeunte, andava pela rua indagando-me acerca de porquê o José Cid usar óculos quando pisei um enorme cocó de cão, mas só depois uma observação mais cuidadosa notei que era o Miguel Ângelo dos Delfins.
Bem, a verdade é que eles acabaram. É pena. Mas é mais provável eu me rir muito disso ao ponto de entalar o prepúcio no fecho das calças para parar que o Freddy Krueger se tocar a ele próprio sem ocorrer derramamento de sangue.
Porreiro pá! Mas é que é mesmo.

1 comentário:

Anti-M.A. disse...

Mas continuam a passar na rádio, pah!
Alguém devia fazer algo em relação a isso