segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ontem pela terceira vez na vida tive a extraordinária experiência de ter uma pessoa a ser atendida nas urgências de um hospital público. O que equilibra estas situações menos agradáveis da vida é todo o rídiculo e o rizível que envolve uma sala de espera. Desde um intercomunicador que grita expressões russas, mas em norueguês, quando deveria chamar pessoas pelo nome para serem atendidas. Uma máquina de comida que aceita o pagamento, dá o troco, mas não permite retirar a garrafa de água. Mas nada que a união de três acompanhantes de doentes não resolva - ao fim de alguns minutos a chocalhar a dita máquina a garrafa lá foi parida. E um atendimento nas informações muito semelhante à máquina de comida. Um bombeiro que olhava indiscretamente para as pernas de uma rapariga gira enquanto lhe perguntava pelo marido. Posso ainda dizer que o intercomunicador às tantas repetia Kavkamente: khaskjvnvº filha da adsjnv peixeira o que provocou o riso entre todos, especialmente numa família brasileira que tal como eu se ía divertindo com toda esta feira.

2 comentários:

dusty disse...

Também adoro essas 'novas máquinas de comida'. A sensação é de que estamos a enfiar a mão, braço digo, numa guilhotina. Além disso devem ter sido concebidas para ginastas russas porque é necessária uma flexibilidade absurda para retirar o produto.
Mais moderno não é necessariamente mais funcional, no sistema de saúde português acrescenta-se o prefixo - dis.

Trambolho ao Postigo disse...

Dustyyyyyyyyyyyyyy!
Voltastes?