sábado, 16 de dezembro de 2006
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
piaçaba da semana
Esta votação vai ser tomada em conta no dia da revelação pela RTP de quem é o Grande Português!
Mas pelos resultados vejo que há aqui muita gente sedenta de guerra, sigam o conselho do post de baixo!
Esta semana decidimos fazer uma pergunta fantástica com respostas brilhantes!
Mas também resolvi não mostrar nem a pergunta nem a resposta…votem na mesma! Depois nos resultados podem saber em qual foi! (Eu enganei-me? Que parvoíce, se fosse isso não tinha tido preguiça e tinha mudado isto)
p.h.
O Maior Orgasmo do Mundo (pela Paz!)
Ora bem, isto fez-me pensar que possivelmente foi a ideia mais brilhante que alguma vez alguém podia ter tido… Eu até imagino os “Senhores da Guerra” a ficarem aflitinhos com tal ideia, não há coisa pior que apanhar o inimigo com as calças na mão ou entretido na trincheira com o colega de caserna! Sim, porque os capacetes azuis vão ter de aderir, senão será uma tremenda falta de coerência…Esta iniciativa só deve ter um propósito, fabricar militares para um ataque em força as forças do mal, tudo isto daqui a 18anos e 9meses! Só pode…
Mas para existir quem quer a Paz, tem obrigatoriamente de existir quem não a quer. Já pensaram se estes se lembram de fazer um orgasmo pela Guerra? Existindo alguma agressividade até pode surgir um clima mais propicio a orgasmos Múltiplos, e nesse caso quem ganha?!
Eu na minha opinião acho que devíamos todos fritar um ovo pela Paz no Mundo, acho que o cheiro a óleo queimado é um bocadinho mais incomodativo…e toda a gente pode participar! Sim, porque esta medida de protesto é escandalosamente discriminatória para os católicos, que só podem fazer o amor para procriar e não podem soltar nem um gemidinho que será como que o grito de Vitoria, imagino!
Os slogans para esta iniciativa é que ainda não surgiram, mas de certeza vão ser algo do tipo: “Vamos todos F…der para a Paz!” Ou então “Em tempos de Paz todo o buraco é trincheira!”
De qualquer forma parece-me óptima desculpa para quem for apanhado com a mulher do vizinho, sempre pode dizer que era pela Paz no Mundo, que é algo nobre!
Pelo que me parece a mesma organização já está a preparar plano de actividades para o próximo ano, acho que vai contemplar uma guerra Mundial contra as DST’s nos países que actualmente estão em Guerra e aderiram a sua iniciativa pela Paz…Brilhante!
O desespero não tem limites! E agora não falo da Guerra...
p.h.
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Temporada de Patos

Já vi há algum tempo, e quero ver outras vezes! É bom, aliás é muito bom! Quatro personagens. Um quadro com patos. Um bolo de aniversário. Um argumento hilariante, crítico, daqueles de dedo apontado. Mais um filme mexicano de excelente qualidade! Aconselho em qualquer momento, mas especialmente agora que se aproxima a temporada de Música do coração/ Sózinho em casa 1, 2, 3/ Harry Potter 1, 2, 3, 4/ Senhor dos Anéis 1, 2, 3.
Para o Mundo
A Organização Não-Governamental HUMANA GLOBAL, sedeada em Coimbra, lançou recentemente um projecto dinâmico. Trata-se especificamente, de um jornal em formato digital, HUMANA ONLINE, que tem como objectivo a promoção de uma cidadania activa e sensibilização pelos Direitos Humanos. O projecto pretende abarcar tanto a comunidade local, como a sociedade nacional e internacional, uma vez que o tema merece o interesse de todos. Aqui a informação é prioridade e os participantes são bem-vindos.
A visitar em http://www.humanaglobal.org.
uma provocação antes do regresso!
Dusty e Trambolho, moças em idade casadoira, é para vocés:
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Um actor fantástico
Passo a mostrar várias fotos de diversos dos seus blockbusters.




O panaché parece que morreu…
Para todos aqueles que dizem que com gasosa a cerveja não morre, aqui está a prova!
Fica docinho e tal, mas morre como as outras…
p.h.
“Carolina Salgado escreveu um livro…”
Pelo que me parece este livro foi o caderno utilizado pela pu…própria nas aulas de português a que se viu obrigada a assistir de forma a aprender a escrever.Como exemplo está o nome do livro, EU CAROLINA, apontamento da primeira aula onde aprendeu a escrever o seu nome e os pronomes pessoais.
Antes desta descoberta do mundo da escrita Carolina já tinha visto algumas coisas escritas sobre si, mas nunca a palavra Carolina e escreveu tinham sido utilizadas na mesma frase. Já a palavra Livro tinha sido bastante utilizada sobre ela, sendo este de cheques!
De uma coisa tenho a certeza, a Margarida rebelo Pinto deve estar a rebolar de inveja pela bonita história relatada por carolina…este era o seu livro de sonho!
È um livro que requer algum trabalho intelectual de interpretação, uma vez que a palavra puta nunca é escrita mas é sobre ela que a historia se desenvolve.
O importante a retirar do livro é que a flatulência não é um problema do Povo e com isto Carolina descobriu uma nova utilidade para o seu raiosque...
p.h.
Perguntem à miúda
Quem disse que um motor de busca tinha de ser monótono?
Ms. Dewey é o nome de um projecto em flash que pretende tornar as pesquisas mais interactivas. Em vez da habitual caixa de busca, aparece-nos num estúdio uma rapariga muito airosa, Ms. Dewey, que se passeia em lingerie, afia facas, repara motas e faz macacadas até que o "espectador" faça a sua demanda. Vale a pena espreitar.
sábado, 9 de dezembro de 2006
Dizer NÃO!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Uma questão de bengalas
Quarta-feira de manhã. Depois de umas noites mal dormidas devido a uma frequência na terça, resolvi dormir mais um pouco de manhã. Não olhar para o relógio e dormir até não ter mais sono. Azar dos azares. O meu vizinho, já reformado, decidiu cortar a lenha com a sua moto-serra. Até aqui tudo bem. Quer cortar a lenha? Força! Mas, como é óbvio, não o faça às 8 da manhã pá.
Se há coisa que não entendo na terceira idade é a mania que têm em sair de casa logo mal clareia o dia. Eu sei perfeitamente que as horas de sono são reguladas por uma hormona que se perde com a idade, daí a razão de bebés levarem o dia (sacanas) a dormir e os idosos pouco dormirem. Está certo. Dormem pouco. MAS PORQUE RAIO CORTAR LENHA ÀS 8 DA MANHÃ? Epá… São essas pequenas coisas que dão à terceira idade aquela je ne sais quoi que a torna tão peculiar.
Outra coisa que me chateia levemente (não estou a falar que me irrita, apenas chateia muito levemente) é o embarque nos aviões. É incrível a quantidade de bengalas que se vêm nos cais de embarque. Incrível. Mais uma vez, lá estão os mais velhos a tentar conquistar a nossa simpatia e passar à frente na fila. Estou convencido que a maior parte destes engraçadinhos não precisa de bengala. Trata-se de uma aldrabice óbvia. Já repararam como, de um momento para o outro, as bengalas se materializam do nada? Num momento, todas as pessoas no portão de embarque estão saudáveis, riem, etc… de repente, estão todos a coxear. E quando damos por isso, vinte ou trinta estão apoiados
Mas sabem que mais? Respeito o cabelo branco. Até nem me irrita tanto assim. Nem por isso. Sabem porquê? Podem entrar primeiro nos aviões mas têm que sair
domingo, 3 de dezembro de 2006
Uma questão de mandar a ecologia para as ortigas

Mais um ano Portugal pode-se orgulhar de ter a maior árvore de Natal da Europa! Ena! Formidável! Quem diria? Temos um excelente sistema de saúde, um excelente poder económico, somos os maiores em acidentes na estrada, somos um dos países europeus em que menos se lê (não estou a contar com os jornais desportivos) e agora temos a maior árvore de Natal da Europa. É bom saber que, embora haja pouco dinheiro, sempre temos algum para gastar nestas palermices, tais como estádios de futebol de milhões de contos que nem sequer são usados, tgv’s, aeroportos desnecessários, uma frota de carros topo de gama para os políticos, etc. e mais não sei…enfim. Somos realmente um país de aparências. Às vezes, quando penso nisso, tenho vontade de cortar os pulsos com uma faca de plástico daquelas que se usam nos piqueniques, mas, depois penso o quanto doiria e tiro rápidamente tal ideia estapafurdia da cabeça e limito-me a rir descontroladamente.
Mas agora que penso no assunto, acho que essa ideia da maior árvore de Natal da Europa é uma americanice. Por mero acaso, também na Praça Rockefeller, em N.Y., existe uma. Mas ao contrário da nossa, que é de metal, aquela é verdadeira. A certa altura, algum americano pensou: «Pessoal, tenho uma ideia bestial para o Natal. Vamos matar uma árvore bonita com mais de cem anos e levamo-la para Nova Iorque. Montamo-la na Praça Rockefeller e escondemos a sua beleza natural, pendurando objectos brilhantes e repelentes feitos pelo homem nos ramos deixamo-la estar assim, morrendo lentamente durante várias semanas enquanto crianças ranhosas e vesgas olham especadas e os seus paizinhos alcoólicos e drogados, de licença da prisão ou da clínica de desintoxicação tiram fotografias. Assim podemos dar um cunho especial e deprimente ao Natal na cidade».
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Uma questão de mentalidade
«Senhoras e senhores, começámos a descida em direcção ao aeroporto da Ota de Lisboa (que dista apenas
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Uma questão de facciosismo, ET's e a Santa Trindade.
Ontem fez uma semana que ví algo completamente estranha assim para os lados do paranormal. Palavra que não tenho a mais pequena das explicações para aquilo que ví (pirilampos de 2m vindos de Chernobil está posta de parte, está muito frio para esses insectos). Podem estar a pensar: «Pois… Ganda tosga que o Sandes devia ter pa ver coisas dessas». Bem, se foi esse o caso, digo-vos desde já que não fui o único a ver tal fenómeno. E garanto-vos que foi estranho q.b.
Acho uma profunda injustiça (e também um bocado deprimente) quando reparo no desigual destaque que os media dão às pessoas que acreditam em OVNIS, por um lado, e por outro, àquele que acreditam num ser supremo, invisível que vive no céu (segundo alguns, é um voyeur). Especialmente se essa crença disser respeito à fábula (qual
Já devem ter reparado que os media chamam “entusiastas” aos crentes em OVNIS, termo usado para os diminuir e marginalizar, relegando-os para a área das pessoas com hobbies mais ou menos invulgares. Seja. Querem fazê-los parecer esquisitos? Okéim…Maluquinhos pitorescos que têm o descaramento de acreditar que, num universo de triliões e triliões de estrelas, possivelmente com muitas centenas de biliões de sistemas habitáveis, algum deles possa também ter dado origem à vida? Nã.
Contrariamente, os que acreditam num ser eterno todo-poderoso que pula de nuvem em nuvem, um ser que exige ser amado e adorado de forma incondicional e que castiga ou recompensa segundo os seus próprios desígnios insondáveis, são apontados como gente séria, credível, e digna de confiança. Apesar do número de crentes que são indiscutivelmente fanáticos de ideias tacanhas.
Pessoalmente, acho que há tantas provas da existência de OVNIS como do tal bacano omnipotente -omnipresente egoísta. Pensem bem.
É verdade que o mundo dos crentes de OVNIS tem uma grande maquia de maluquinhos, esquisitos e pessoas à margem da sociedade mas alguma vez ouviram verdadeiros crentes religiosos? Alguma vez ouviram falar de discursos extremistas e comportamentos bizarros associados a fanáticos religiosos? Não podem eles também ser rotulados de maluquinhos; Esquisitos? Uma pessoa razoável diria que sim. Sem dúvida.
Bem, mas desviei-me do cerne da questão: o preconceito dos media e das pessoas em geral acerca dos OVNIS. Uns são tratados com reverência e aceite como verdadeira, outros são alvos de chacota e tratados com bizarria. Acho que até o J.C, esse bacano do camandro, teria a mesma opinião que a minha. Garanto-vos. E não se esqueçam: nunca falem à frente dos gatos. Eles são extra-terrestres. Toda a gente sabe disso. Até o Cláudio Ramos.
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Uma questão de números e espaço
Sempre que ocorre alguma guerra civil, massacre, ou sempre que os E.U.A. invadem algum país (é verdade, aquele país é um bocado aborrecido ao ponto de terem que inventar essas diversões), depois de o queimarem, bombardearem, violarem e ocuparem, encontram-se sempre valas cheias de gente morta pelo ditador que acabaram de depor. Toda a gente no mundo age como se estivesse enojada e deveras surpreendida.
Mas pensem bem: que pode um indivíduo fazer com todos aqueles cadáveres depois de matar uns milhares de pessoas? Enterrar cada um na sua covinha individual? Pôr plaquinhas com o nome em cada um? Não me parece. Ganhem juízo! A razão para matar milhares de pessoas ao mesmo tempo e no mesmo sítio tem uma razão -poupar tempo! Além disso, o que o resto do mundo costuma fazer é sempre protestar um bocadinho, tirar uma fotografia e ir embora para casa que já se faz tarde. Então que diferença faz?
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Uma questão de gosto
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
As antenas da amizade!
Já pensaram que se todos os carros saídos do stand trouxessem uma antena não havia ninguém a roubar antenas?
Isto é verdade, quando tenho antena no carro não tenho de roubar mais nenhuma…
De certeza numa daquelas reuniões secretas dos barões manipuladores do sistema automóvel mundial decidiram lançar no mercado um carro que lhe faltava a antena…e ai começou o ciclo!
O dono desse carro, tendo falda da dita antena lá teve de roubar uma ao vizinho, esse vizinho teve de roubar outra e assim sucessivamente…
Hoje voltei a entrar no ciclo, e sinto-me parte integrante de um movimento Mundial que me parece de extrema importância…é tipo aquele email da amizade que circula em corrente, que temos de mandar a um amigo… que nos faz sentir importantes!
p.h.
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Fobias
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Uma questão de tempo
Um pais qualquer do Ocidente, preocupado com jipes, telemóveis, Cláudio Ramos, férias na neve, pornografia, salões de massagens, aumento de pénis, adelgaçantes, tangas, fios dentais e desodorizantes não tem uma oração, nem sequer uma oração cristã daquelas clássicas contra os milhões de fanáticos que existem por este mundo fora, que detestam o nosso materialismo e que nada têm a perder se atarem 4kg de explosivos à cintura e se explodirem junto de outros tantos. Pois, ao fim de contas, não têm que se preocupar com telemóveis, tangas, Cláudio Ramos, férias na neve, malas Louis-Vuitton. Pessoas que se estão nas tintas e não têm nada a perder vencerão sempre pessoas que lutam por sentimentos vagos rabiscados num bocado de papel. Amigos, eles vão ganhar e não vai ser bonito de se ver. Não podemos acertar com uma bomba em cada um deles.
E não fiquem amaravilhados com a ideia parva de "democratizar" o mundo. Nem todos gostam disso, democracia.
Eles vão ganhar. Disso não tenho dúvida.
Comecem a poupar dinheiro para o mercado negro. Vão precisar daqui a uns anos.
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
Filão de Ouro
Eu não sei se repararam, mas, passa uma nova novela na TVI chamada “Doce Fugitiva”, não quer isto dizer que seja uma coisa má ou ruim. Até acho que é uma coisa boa, catita, baril. Tal como acontece no ensino, excesso de professores, levou o governo a tomar uma medida chamada «Reciclagem», Porquê reciclagem? Porque é realmente uma reciclagem, embora não transformem os professores em boiões, nas garrafas mais catitas do supermercado ou no para-lamas da bicicleta da tia; tornam-nos aptos a exercer outra qualquer profissão (das quais toxicodependente, dealer e chulo são as mais escolhidas). Estas novelas são emprego para antigos elementos dos “Morangos com Açúcar” o que só pode ser benéfico. Imaginaram que daqui a dez anos, precisavam de uma daquelas “massagens” anunciadas no Correio da Manhã e aparecia uma destas actrizes desempregadas de cigarro ao canto da boca e a trautear êxitos dos D’ZRT? «Olá, chamo-me Maria Alice, sou a sua massagista esta noite e já me deve ter conhecido da pseudo-estupido-novela “Morangos com Açúcar”» … Mas enfim. No entanto, por mais que me custe admitir, sempre é melhor que a «Floribela» da SIC. Isso sim dá-me que pensar. Sem dúvida que as letras das músicas são engraçadas, o refrão mete-se pelo ouvido a dentro… Sem dúvida alguma! Mas isso para miúdos dos 4 aos 12 anos! Caso és um dos estranhos indivíduos com mais de 12 anos e não te chamam especial em exagero, epá, muda de blog!
Sem dúvida que agora existe uma luta cerrada entre a “Floribela” e a “Doce Fugitiva”, e, vá-se lá saber porquê, em ambas a principal é pobretanas, canta que nem uma cana rachada para mal dos nossos ouvidos, vai trabalhar para casa de uma família de órfãos ricos e o mais velho destes é o alvo da libido desta. Eu não sei.
Julgo que é apenas uma perfeita casualidade. Ou moda. Não sei. Quiçá palermice contagiante.
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Gargalhada de hiena

A subtileza da palavra aberta!
Epá, eu até gosto desta bela apresentadora, gosto simplesmente! Acho que ela tem um belo corpo para a presentação de programas…
Mas parece-me que ao lado daquela citação ficava melhor uma senhora de metro e meio, 90kg, de mini-saia de ganga, pernas abertas e sentada numa lata de 25litros de tinta…tudo isto à beira de uma qualquer estrada Nacional… ai já me soava mais natural, tipo: epá, parou aqui um camionista cabo-verdiano, deu-me uma que pareciam duas… fiquei toda aberta e dorida que durante três dias tive medo de me sentar na lata, não fosse ela desaparecer ou o cralhe!
E sai um viva para a sensualidade!
Será que ela enquanto namorada do Cristiano Ronaldo em algum jogo da selecção falou com a mulher do Figo?
Algo tipo: Atão ò Figa não te sentas? Não me digas que o Luís perdeu o auto-controlo e te rebentou o nalguedo? Eu ontem tive com o Cris no banco de trás do carro que fiquei mais aberta que o túnel do Marquês!
p.h.
sábado, 4 de novembro de 2006
Raparigas deste país...
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
A menina do indie

Linda. Chan Marshall apresentou-se ao público há uma década, sob o pseudónimo de Cat Power. Desde então tem vindo a enamorar centenas de fãs com uma voz rouca alimentada a cigarros e café, guitarra dedilhada com mestria e notas de piano envelhecido. Cat Power é uma songwriter por excelência e destaca-se entre os nomes sonantes do género indie actual. Os seus lyrics, escrevinhados por aqui e por ali em folhas soltas, transformam-se em grandes canções, cruas, suaves, melodiosas, de embalar. Sempre discreta e tímida, Cat Power acaba concertos lavada em lágrimas e enterneceu a crítica com o cover I found a reason, dos Velvet Underground. Um dia destes descobriram-lhe o sorriso e agora querem fazer dela Miss Channel.
Como nós merecemos e gostamos muito dela, a cantora vai passar por Portugal e presentear-nos com dois espectáculos em Dezembro, não previstos na tour ( dia 4 – Lisboa na Aula Magna; dia 5 – Porto no Cinema Batalha), e mostrar-nos o seu novo trabalho, The Greatest.
Rendam-se.
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Manutenções
Mais um feriado se passou. Dia de Todos os Santos. As pessoas aproveitam tal para visitar os cemitérios, embelezar as campas com flores e velinhas, etc. Eu penso que tal dia deveria passar a chamar-se “Dia de Manutenção de Cemitérios”. Julgo que ficava bem. Além disso, era o nome mais correcto. Durante 364 dias do ano, estão-se completamente a borrifar para os cemitérios, mas mal chega o 1 de Novembro, parecem autênticos romeiros cheios de flores. Acho que é sem duvida um bom negócio para as floristas. Não basta o Dia da Mãe e o Dia de S. Valentim para fazer negócio. A mim cheira-me a conspiração. Acho que sim. Tenho que pensar mais no assunto.
Depois da morte de alguém (mesmo muitos anos depois), é costume ouvir alguém falar do falecido, dizendo: «sinto que ele está lá em cima a olhar para nós cá em baixo e a sorrir».
Ok. Em primeiro lugar, acho extremamente duvidoso que exista um «lá em cima» que permita sorrir cá para baixo. É poético e acho que é uma ideia reconfortante. Mas o mais provável é que não exista. Além disso, se as pessoas sobrevivessem à morte de alguma maneira e com uma forma não-fisica, estaria provavelmente ocupado com outras coisas e sem tempo de olhar e sorrir às pessoas cá em baixo.
E porque será que nunca ouvimos dizer que alguém sorri cá para cima? Calculo que ninguém acredite que um seu ente querido assentou arraiais no inferno. E, nesse caso, a pessoa em questão não estaria muito disposta a sorrir. O mais provável é que estivesse a gritar. «Sinto que está lá em baixo a olhar para nós e a gritar». As pessoas recusam-se a ser realistas. Eu também tenho uma ideia do Inferno. Chama-se Tertúlia Cor-de-rosa. O Cláudio Ramos anda por lá.


