quarta-feira, 26 de outubro de 2005

A pele

Nu. Cru. Ou apenas saudade.
Quem toca deixa rasto. Quem olha sente.
Será a nossa pele mais do que um caminho, para aqueles que passam pela nossa vida?

8 comentários:

Anónimo disse...

cá está pele, de galinha, a galinha é uma ave, voltamos ao embargo...

dusty disse...

Por favor, não quero mais gripe das aves.
Se não te apetecem introspecções e vais começar com devaneios sobre galinhas, podes bem pisgar-te para o outro post... que isto aqui "não é o da joana". Vá arre...

Sandes de Choco c/mortandela disse...

Cada folículo de pelo da nossa pele alberga apróximadamente 1000 crias de ácaros.

dusty disse...

Estou a ver que se tivesse escolhido uma imagem de um frango depenado numa embalagem plastificada, o resultado teria sido o mesmo... ou talvez melhor.

trambolho ao postigo disse...

Uma vez na escola primária a professora perguntou-nos qual dos sentidos não nos importaríamos de não ter e em geral a resposta foi o tacto. A justificação foi de que assim não haveria a dor.
Depois a professora explicou-nos que sem o tacto não sentiríamos a dor, mas também não sentiríamos nada e fez uma lista de coisas boas.
A mim convenceu-me!
A insensibilidade é coisa que não escapa à pele...
Há abraços que não se esquecem, ficam cravados em nós.
A nossa memória é construída de informação sensorial, se um dos registos está avariado a memória fica incompleta...

axegonadatapada disse...

olha o moço é um bocadito magro para o meu gosto mas...marchava

axegonadatapada disse...

olha o moço é um bocadito magro para o meu gosto mas...marchava

dusty disse...

Pois, tu gostas de moços mais cheinhos... eh eh eh. sem ofensa. vi a foto e tocou-me. fez-me sentir alguma coisa, física. como a saudade. e parece-me a mim, que a saudade pode ser muito e em simultâneo, não mais do que a lembrança de alguém que nos tocou, de alguma forma. se temos um corpo é para que nos toquem e para que possamos ser tocados. porque somos seres humanos, sentimos, e sentimos porque somos seres humanos. é simples. seja uma imensa dor ou uma imensa felicidade, é a nossa condição, ou melhor, privilégio.